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De «48 Horas» a «A Ressaca»: os grandes «buddy movies» do cinema

De «48 Horas» a «Arma Mortifera» ou «A Ressaca», os «buddy movies» sempre tiveram sucesso no cinema, com duplas ou trios de personagens contrastantes que se aliam a contragosto. O SAPO Cinema recorda alguns dos melhores exemplos.

No domínio do humor, os «buddy movies» têm tradição antiga: as parelhas constituídas por humoristas como Stan Laurel e Oliver Hardy (o Bucha e Estica), Bud Abbott e Lou Costello ou Dean Martin e Jerry Lewis mantiveram-se por dezenas de filmes, sempre assentes no contraste de personalidades entre os dois elementos.

As fitas de ação também começaram a importar essa química entre os protagonistas, que explodiu nos anos 80 em películas como «48 Horas» ou «Arma Mortífera», que teriam inúmeros imitadores, geralmente em contexto policial, os «buddy cop films».

Apesar do mais habitual ser o «buddy movie» ter apenas dois protagonistas, há casos em que esse número se multiplica, em fitas como «A Ressaca», «Três Homens e um Bebé» ou mesmo no coletivo «Os Mercenários». Ainda assim, mantém-se sempre a característica do filme assentar nas personalidades contrastantes dos seus elementos, e na amizade improvável que daí surge.

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