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«Django Libertado» agrada aos espetadores na antestreia em Lisboa

Apesar de ter sido acolhido com polémica nos EUA, «Django Libertado» está a obter maior unanimidade de elogios na Europa. Em Portugal não é diferente, como atestam as reações do público na antestreia em Lisboa.



Dois anos antes do início da Guerra Civil americana, no sul dos EUA, Django é um escravo com um passado de muito sofrimento, que é comprado pelo caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz, com a promessa de o libertar caso ele o leve aos dois irmãos assassinos que procura. A aventura corre bem e os dois tornam-se inseparáveis, com Django obcecado em encontrar a sua mulher, que perdeu no comércio de escravos muitos anos antes.

Mais que um «western», a ideia de Quentin Tarantino foi desde o início fazer o que ele chama um «southern», ou seja, um «western» passado nos Sul profundo dos EUA, com o tema da escravatura a ser apresentado com a estética de um «western spaghetti». A película homenageia a imensa série de fitas do género protagonizadas por Django, o pistoleiro intepretado no primeiro filme por Franco Nero, que tem uma curta aparição neste filme.

O elenco é verdadeiramente de luxo e inclui nomes como Jamie Foxx (o Django do título), Leonardo DiCaprio, Christoph Waltz (oscarizado pelo filme anterior do realizador, «Sacanas sem Lei»), Kerry Washington, Samuel L. Jackson, Jonah Hill e Don Johnson.

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