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Stephen Hawking revela as provações e vitórias de sua vida em filme

O astrofísico britânico Stephen Hawking apresentou hoje, em Cambridge, um documentário autobiográfico sobre a sua vida, consagrada a estudar as fronteiras da ciência e a descodificação do cosmos.

«Este filme é uma viagem pessoal através da minha vida», explicou o cientista, de 71 anos, na apresentação de «Hawking», um documentário de 90 minutos, narrado por ele. Hawking, que sofre da doença de Lou Gehrig, diagnosticada quando tinha 21 anos, anda de cadeira de rodas e fala com a ajuda de uma máquina.

O filme conta, nas próprias palavras de Hawking e de membros de sua família, como um estudante brilhante com uma queda para festas se tornou o físico proeminente que ajudou a desvendar os segredos do universo, do Big Bang aos buracos negros.
O homem que apresentou as maravilhas do cosmos a milhões de pessoas através de palestras e do seu «best-seller» «Uma Breve História do Tempo», tornando-se um ícone popular, que chegou a ser homenageado num episódio da série de animação «Os Simpsons».

«Vivi cinco décadas mais do que os médicos tinham previsto. Tentei fazer bom uso do meu tempo», disse, no documentário apresentado no festival de filmes de Cambridge. «Mesmo o que eu consegui no meu trabalho, a minha vida teve vários desafios», acrescentou o autor de um dos livros mais vendidos em todo o mundo «Uma breve História do Tempo».

«Apaixonar-me salvou-me a vida», salientou o astrofísico, que neste filme aborda a sua infância, os anos de estudo a apresenta entrevistas com a sua família, incluindo a sua primeira mulher, Jane Wilde, com quem teve três filhos.

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