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Gregory Porter volta a um país "cheio de alma" para concerto de entrada livre

Gregory Porter, que já atuou esta semana em Lisboa, vai dar um concerto de entrada livre, no sábado, em Matosinhos, acompanhado pela Orquestra Sinfónica do Porto, num país que disse ser “cheio de alma”.



“O que eu digo sobre Portugal é que é um lugar lindo e cheio de alma. É algo que não se consegue descrever, mas sinto sempre que as pessoas são cheias de alma, a comida, o vinho, sinto-me bem quando cá estou”, afirmou aos jornalistas, na Casa da Música, o vencedor do Grammy para melhor disco de jazz vocal de 2014.

No sábado, às 22h00, na praça Guilhermina Suggia em Matosinhos, Porter vai tocar canções suas e de outros artistas como Nat Adderley, Oscar Brown Jr. e Leon Russell, tendo por trás a Sinfónica do Porto, conduzida por Pedro Neves, “uma orquestra linda”, que vai incluir estudantes da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE).

O cantor norte-americano - que no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, subiu ao palco acompanhado apenas pelos seus músicos - reconhece que prefere tocar com uma orquestra por se tratar de “uma onda de música”.

“A música pode ter mais impacto e força, de certa maneira, porque tens um bando de músicos no palco”, constatou o artista.



Porter esteve na Casa da Música em 2013, onde apresentou “Liquid Spirit”, o álbum que lhe viria a valer o Grammy no ano seguinte.

“O cantor norte-americano, que assume filiação artística em Nat King Cole, conquistou muito rapidamente uma dimensão internacional e canta as suas próprias composições, consideradas pela Downbeat como os prováveis ‘standards’ de jazz deste século”, escreve a Casa da Música.

Fonte da Câmara Municipal de Matosinhos disse que está a ser estudada uma alternativa para acolher o concerto em caso de mau tempo.

@Lusa

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