Pessoa

Erico Braga

Erico Maria de Correia Braga

  • PT

  • Nasceu a 16 de Dezembro de 1889

  • Faleceu a 24 de Outubro de 1962

Erico Maria Correia Braga, de seu nome completo, nasce a 16 de Dezembro de 1893 em Paranhos, no Porto, embora outras outras fontes...

Erico Maria Correia Braga, de seu nome completo, nasce a 16 de Dezembro de 1893 em Paranhos, no Porto, embora outras outras fontes afirmem ter nascido no Rio de Janeiro. De família nobre, estava-lhe preparada a carreira de engenheiro. O destino porém, não quis que isso acontecesse e de um momento para o outro, sem nunca tal haver sonhado, achou-se artista teatral. Uma noite, sentado numa mesa de café, olhou o edifício do Teatro Nacional e lembrou-se de fazer a experiência. Procurou Lino Ferreira e expôs a sua pretensão. Recomendado à empresa do Politeama, abandona a carreira de engenheiro e estreia-se nesse mesmo teatro a 19 de Janeiro de 1916 com a peça "A Vida de um Rapaz Pobre" baseado no famoso romance de Octave Feuillet. Nesse mesmo ano, parte em digressão para o Brasil onde acaba por se estrear no cinema. Intervém assim em vários filmes brasileiros entre os anos 1916 e 1917. Em 1923 casa-se com a actriz Lucília Simões, com quem cria uma companhia teatral. Ao lado da sua então mulher, participa em inúmeras peças tais como: "Mar Alto"; "Garçonne"; "A Casaca Encarnada"; "Deus lhe Pague"; "A Nova Escola de Maridos", "A Lei da Vida"; "Sua Alteza", entre muitas outras. Fez também revista e opereta tais como: "Burro em Pé" em 1920; "O Areias de Portugal" em 1932; "Nobre Povo" em 1934; "Anima-te Zé!" em 1935; "Boa Nova" em 1942; "Ela aí Está!" em 1949, entre muitas outras. E fez comédia como "O Leão da Estrela", pela Companhia Maria Matos que mais tarde acaba por ser adaptada ao cinema; ou ainda "O Comissário de Polícia" ou o "Amor à Moda Antiga". Após o divórcio com Lucília Simões, voltaria a casar com a actriz Maria Cristina. Além de actor, foi também empresário e autor. Foi o grande animador do "Natal dos Hospitais", uma organização do Diário de Notícias. Despediu-se dos palcos em 1962, com a peça "Furacão sobre o Caine"

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