Pessoa

Gisele Bundchen

Gisele Caroline Bündchen (Horizontina, 20 de julho de 1980) [1] é uma supermodelo brasileira.

Gisele Caroline Bündchen (Horizontina, 20 de julho de 1980) é uma supermodelo brasileira.

Bündchen foi, em setembro de 2000, considerada a modelo mais bonita do mundo, pela revista Rolling Stone e em 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008, pela revista Forbes, a mais bem paga. Sua fortuna está avaliada em 150 milhões de dólares, aparecendo em 2007 no Guiness Book como a modelo mais rica do mundo. Também como a "modelo-ícone" mais "sexy" do mundo, segundo o site models.com.

Origem


Gisele Bündchen nasceu em uma família de descendentes de alemães, na região noroeste do Rio Grande do Sul, na cidade de Horizontina. Seus pais são Valdir Bündchen e Vânia Nonnenmacher. Tem cinco irmãs: Raquel, Graziela, Gabriela, Rafaela e, sua irmã gêmea, Patrícia. Quando adolescente, tinha o sonho de se tornar uma jogadora de vôlei e até cogitou entrar para o time da Sogipa.

Carreira


A sua carreira começou aos quactorze anos de idade quando foi descoberta por olheiros de uma agência de modelos em um shopping de São Paulo, enquanto comia um Big Mac com amigas. Inicialmente, trabalhou para a agência de modelos Elite Model Management, depois passou a ser representada pela IMG Models.

Bündchen fez anúncios e fotografias para grifes renomadas, incluindo Valentino, Zara, Bulgari, Versace, Victoria's Secret, Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, Dolce & Gabbana, Colcci e outros. Também apareceu nas capas de revistas como Marie Claire, Vogue, Arena, Forbes, Vanity Fair, Time, Newsweek e Rolling Stone. Em sua carreira, estima-se ter aparecido em 500 capas de revistas.

Em 1999, a figura carismática de Bündchen e sua notoriedade no mercado da moda, levou a Vogue a afirmar que graças a ela houve o "retorno da modelo sexy", já que parece ter marcado o fim de uma tendência de modelos de aspecto pouco saudável, como era considerada Kate Moss na época.

Bündchen, em 2000, ganhou o prêmio de "Modelo do Ano" pela revista Vogue e foi nomeada "A Garota Mais Linda do Mundo" pela revista Rolling Stone.

Em Janeiro de 2007, a revista Forbes divulgou a lista das vinte mulheres mais ricas da indústria do entretenimento mundial e Bündchen é a única Brasil incluída. Naquele momento, com uma fortuna estimada em 70 milhões de dólares, é a 16ª colocada. Enquanto que a maioria das top models mantêm no máximo quatro contratos, Bündchen conta com um número que se aproxima de vinte, incluídos gigantes da indústria da moda como Dolce & Gabbana e Yves Saint Laurent.

Atualmente, celebridades de Hollywood tem ocupado os lugares das modelos e sendo contratadas para associar seus rostos às marcas. Em conseqüência, há uma desvalorização na atuação de modelos, sendo Bündchen uma exceção. Por isso, a modelo é considerada por muitos como a "última supermodelo do mundo". Claudia Schiffer afirmou que "supermodelos, como fomos um dia, não existem mais", salientando que Gisele Bündchen é a única no mundo a ter notoriedade suficiente para ser considerada uma supermodelo. Para os editores de moda, Bündchen estará num patamar acima das supermodelos, chamando-a de "übermodel", uma expressão em alemão que significa "acima de modelo".

Desde 2004, Bündchen diversificou sua atuação. Participou nos filmes estadunidenses Táxi e O diabo veste Prada (2006). Bündchen também foi VJ da MTV Brasil, apresentou em 1996 o programa "Al dente" e o grande evento internacional VH1/ Vogue Fashion Awards em 2000.

Polêmicas


Em 2002, está o episódio no qual ativistas da PETA invadiram a passarela na qual a modelo desfilava, para protestar contra o uso de peles de Animal na fabricação de roupas.

Outra foi sua declaração em relação aos Dogma da Igreja Católica. Apesar de criada no catolicismo, Bündchen contestou a proibição do Papa ao uso de preservativos e defendeu a prática do aborto.

Em agosto de 2007, foi publicada uma notícia que Bündchen estaria exigindo que seu pagamento fosse efetuado em euros e não mais em dólares. Após muitas críticas, a informação foi desmentida por sua irmã, no site oficial da modelo.

Em abril de 2008, Bündchen estampou a capa da revista Vogue ao lado do jogador de basquete LeBron James. Alguns acusaram a capa de promover o racismo, afirmando que a pose de ambos na fotografia seria uma alusão ao filme King Kong, "A bela e o monstro".

Bolsa Internacional


Um estudo realizado por um economista americano Fred Fuld, especialista em finanças e no mercado de ações, identificou um melhor desempenho na valorização das ações das empresas que associam a imagem ao rosto de Bündchen, criando o Gisele Bündchen Stock Index, inspirado no Dow Jones Industrial Average de Nova York. De acordo com Fuld, o "Gisele Bündchen Stock Index" teve uma valorização de 15% durante o intervalo de entre Maio e Julho de 2007, superando substancialmente o " Dow Jones Industrial Average" que tinha crescido 8,2%.

Ativismo Social


Bündchen é uma ativista social, dá suporte a causas como a campanha I am African, pintando seu rosto num protesto contra a falta de atenção à situação das vítimas do HIV (principalmente na África). Sem receber cachê, foi a garota-propaganda do American Express Red Card, iniciativa que dá suporte a vítimas do vírus HIV, enviando uma porcentagem do dinheiro das transações feitas com esse cartão.

Bündchen já doou o salário de uma semana inteira de desfiles na São Paulo Fashion Week para o programa Fome Zero, introduzido pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003.

Atualmente, sua maior preocupação é proteger a Floresta Amazônica e seus recursos hídricos, doando para essa causa uma porcentagem dos lucros da venda de sua linha de sandálias com a marca Ipanema Gisele Bündchen. O dinheiro é revertido para projetos como Nascentes do Brasil, Y Ykatu Xingu, ISA e De Olho nos Mananciais..

Retirado de Sapo Saber a 31-03-2011

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