Pessoa

Guy Debord

Guy Debord

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  • Nasceu a 28 de Dezembro de 1931

  • Faleceu a 30 de Novembro de 1994

O Manifesto Comunista O Capital...

O Manifesto Comunista
O Capital

Sobre a Questão Judaica
Grundrisse
A Ideologia Alemã

Teses sobre Feuerbach

Alienação· Burguesia
Consciência de classe
Fetichismo da mercadoria
Comunismo
Hegemonia cultural
Exploração· Natureza humana
Ideologia· Proletariado
Reificação· Socialismo
Relações de produção

Força de trabalho· Lei do valor
Meios de produção
Modo de produção
Forças produtivas
Trabalho excedente
Valor Excedente
Problema da transformação
Trabalho assalariado

Anarquismo e marxismo
Produção capitalista
Luta de classes
Ditadura do proletariado
Acumulação primitiva do capital
Revolução proletária
Internacionalismo proletário
Revolução mundial

Materialismo histórico
Materialismo dialético
Marxismo analítico
Autonomismo marxista
Feminismo marxista
Humanismo marxista
Geografia marxista
Marxismo estrutural
Marxismo ocidental
Marxismo libertário
Jovem Marx

Karl Marx· Friedrich Engels
Karl Kautsky· Georgi Plekhanov
Rosa Luxemburg
Anton Pannekoek
Vladimir Lenin· Leon Trotsky
Georg Lukács· Guy Debord[/b]
Antonio Gramsci· Karl Korsch
Che Guevara· Escola de Frankfurt
Jean-Paul Sartre
Louis Althusser

Críticas ao marxismo

Guy Debord ( Paris, 28 de dezembro de 193130 de novembro de 1994) foi um escritor francês. Foi um dos pensadores da Internacional Situacionista e da Internacional Letrista e seus textos foram a base das manifestações do Maio de 68.

La Société du spectacle é o trabalho mais conhecido de Guy Debord. Em termos gerais, as teorias de Debord atribuem a debilidade espiritual, tanto das esferas públicas quanto da privada, a forças econômicas que dominaram a Europa após a modernização decorrente do final da segunda grande guerra.

Ele faz a crítica, como duas faces da mesma problemática, tanto ao espetáculo de mercado do ocidente capitalista (o espetacular difuso) quanto o espetáculo de estado do bloco socialista (o espetacular concentrado).

A pesquisa desenvolvida por ele está fundamentada nos trabalhos de Karl Marx. Para conceber o atual estado do desenvolvimento capitalista Debord se utiliza da noção de valor, conceituada por Marx no primeiro capítulo do livro O Capital. Neste sentido o valor (que é diferente do preço) surge no mercado como elemento de representação do trabalho socialmente necessário para a produção da mercadoria. Tal característica da mercadoria não se apresenta na forma material, mas no ato de equiparação entre duas mercadorias. Para que possamos entender como o valor irá resultar na reificação, ou seja, como a representação do trabalho que cada mercadoria contém irá resultar na redução dos Homens a simples coisas, simples mercadorias no mundo do trabalho, é fundamental a leitura do trabalho de Karl Marx. E mais, é fundamental a leitura do livro História e Consciência de Classe, de Georg Lukács.

No entanto, Guy Ernest Debord não é apenas um competente leitor de Marx. Em sua obra podemos encontrar também referências outras como Mikhail Bakunin ou Sigmund Freud. Sua obra A sociedade do Espetáculo é o resultado de uma série de debates e leituras acerca dos conceitos desenvolvidos por Marx. Debate este que tem recebido contribuições enriquecedoras de diversas pessoas e de diversas ações. Pessoas como Anselm Jappe e Robert Kurz.

O ponto central de sua teoria é que a alienação é mais do que uma descrição de emoções ou um aspecto psicológico individual. É a conseqüência do modo capitalista de organização social que assume novas formas e conteúdos em seu processo dialética de separação e reificação da vida humana. Como uma constituição moderna da luta de classes, o espetáculo é uma forma de dominação da burguesia sobre o proletariado e do espetáculo, sua lógica e sua história, sobre todos os membros da sociedade.

Debord mostra algumas estratégias que buscam resistir à alienação através da supressão ou derivação da realidade espetacular, destruindo os valores burgueses tal como a submissão ao mundo do trabalho.

Retirado de Sapo Saber a 22-06-2010

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