Pessoa

Jorge Durán

Jorge Duran (1942, Chile) é um roteirista e diretor que ficou conhecido pelos roteiros de "Lúcio Flávio, o passageiro da agonia" (1977), "Pixote, a lei do mais fraco" (1981) e "O beijo da mulher-aranha" (1984), os três d...

Jorge Duran (1942, Chile) é um roteirista e diretor que ficou conhecido pelos roteiros de "Lúcio Flávio, o passageiro da agonia" (1977), "Pixote, a lei do mais fraco" (1981) e "O beijo da mulher-aranha" (1984), os três dirigidos por Hector Babenco e "Gaijin, caminhos da liberdade" (1979), de Tizuka Yamasaki. Chileno, nascido em 1942, radicado no Brasil desde 1973, começou fazendo teatro ainda no Chile em 1963, e em 1965 ingressou na Faculdade de Artes Cênicas da Universidade do Chile, formando-se como actor.

Em 1978, já estabelecido no Brasil, dirigiu seu primeiro filme, "O escolhido de Iemanjá". Seu segundo filme, " A cor do seu destino" (1986), recebeu o prêmio de melhor filme no Festival de Brasília. É co-roteirista de " Nunca fomos tão felizes" (1984) e " Como nascem os anjos" (1996), ambos de Murilo Salles, e de " Jogo subterrâneo" (2004), de Roberto Gervitz.

Participou também como consultor de laboratórios de roteiros do Instituto Sundance no Brasil. Em 2005, finalizou " É proibido proibir", longa que marca a sua volta à direção depois de quase vinte anos. Fez também o roteiro de filmagens do documentário "Extremo sul" (2005), de Mônica Schmiedt e Sylvestre Campe, e o roteiro de "Gaijin, caminhos da liberdade" serviu de base para " Gaijin – ama-me como sou" (2005), de Tizuka Yamazaki.

Retirado de Sapo Saber a 30-03-2011

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