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Paulo Bragança

Paulo Bragança

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Paulo Bragança é um cantor e fadista português moderno, que atingiu o pico da sua popularidade na década de 1990.

Paulo Bragança é um cantor e fadista português moderno, que atingiu o pico da sua popularidade na década de 1990.

Biografia


Nasceu na então colónia portuguesa de Angola, tendo regressado com os seus pais para Portugal com doze anos, acabando por ir viver para a nortenha cidade de Bragança.

Desde muito novo esteve exposto ao fado pelo facto do seu pai tocar guitarra portuguesa como fadista amador.

Bragança foi para Lisboa para estudar num curso de Direito e começou a cantar no Bairro Alto, tendo em 1988 actuado numa noite de fado promovida pela Associação Académica de Lisboa. Esta experiência inspirou-o a seguir uma carreira musical, gravando o seu primeiro trabalho em 1991.

Por estes primeiros tempos, Paulo Bragança tentava chocar os mais tradicionalistas do mundo do fado, por exemplo, pela forma de vestir, usando camisolas de manga curta ou casacos de cabedal e calçando botas de combate ou cantando totalmente descalço. Cantar descalço seria um pormenor pelo qual passaria a ser imensamente reconhecido.

Em 1993, participou no 29º Festival RTP da Canção com o grupo Cid, Bragança & Ca. Lda., formado com José Cid, tendo o tema "O Poeta, o Pintor e o Músico" arrecadado o 2º lugar, numa edição vencida por Anabela.

O seu segundo álbum Amai foi editado em Portugal no ano de 1994, pela Polygram, viria em 1996 a integrar o catálogo da editora de David Byrne, a Luaka Bop.

No cinema, participou no filme Tráfico de João Botelho, com estreia em 1997, no papel de "Padre Lino", ao lado de nomes como Margarida Emília Correia, Alexandra Lencastre, Laura Soveral, Isabel de Castro, João Perry, Rita Blanco ou Canto e Castro.

Adaptado de Sapo Saber a 24-05-2010

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