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Katy Perry vence caso contra freiras que a acusaram de bruxaria

Em 2015, um grupo de cinco freiras acusou Katy Perry de fazer feitiçaria, tentando impedir a cantora de comprar um convento. Porém, depois de uma longa batalha nos tribunais, uma juíza do Tribunal Superior de Los Angeles deu razão à artista.

O confronto entre as religiosas e Katy Perry começou há dois anos, quando a cantora manifestou a intenção de comprar o convento em Los Angeles para o transformar na sua casa. Apesar do arcebispo responsável pelo edifício ter mostrado abertura para a venda, as cinco freiras barraram o negócio.

O edifício, avaliado em 15 milhões de dólares, está situado próximo ao bairro de Silver Lake em Los Angeles, na costa oeste dos Estados Unidos. Em 2015, duas das cinco freiras, de 77 e 86 anos, entraram com uma ação questionando a autoridade da arquidiocese para vender a propriedade, conhecida como California Institute of the Sisters of the Most Holy and Immaculate Heart of the Blessed Virgin Mary.

As freiras alegaram que a arquidiocese modificou unilateralmente os estatutos do convento, segundo os quais Rita Callanan (77) e Catherine Rose Holzman (86) foram eleitas "como a única autoridade para alterar as regras do convento e vender propriedades do instituto".

Katy Perry visitou as freiras, cantou e revelou que espera viver na propriedade com a mãe e a avó, mas as religiosas negam-se a vender o convento. Na altura,  Callanan frisou ao jornal Los Angeles Times que viu os vídeos da cantora na internet e que "não ficou feliz com qualquer um deles".

Agora, Stephanie Bowick, uma juíza californiana, deu razão à cantora, explicando que as freiras "não possuíam qualquer autoridade sobre a venda" da propriedade. Em tribunal, ficou ainda acordado que o negócio só pode avançar depois de o Vaticano dar luz verde.

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