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Eurovisão: Apresentadores podem ser de outros canais, revela RTP

A 63ª edição do Festival Eurovisão da Canção vai realizar-se no Parque das Nações, espaço que incluiu várias infraestruturas e onde se insere a Altice Arena, em Lisboa, a 8, 10 (semifinais) e 12 (final) de maio de 2018. 

A RTP reuniu-se esta terça-feira, 7 de novembro, com a organização do Festival Eurovisão da Canção, no Oceanário de Lisboa. Na conferência de imprensa foram apresentadas as linhas gerais e a narrativa do festival de 2018.

Para já, o operado público não revelou os nomes dos apresentadores para a edição de 2018 da Eurovisão. Em entrevista, Gonçalo Madaíl, diretor criativo da RTP, frisou que os anfitriões serão "garantidamente portugueses", não fechando a porta a rostos dos canais privados.

"Este é um evento nacional e tem um orgulho próprio. Todas as pessoas que podem vir a compor este grupo podem ou não pertencer a outros canais”, sublinhou Gonçalo Madaíl.

Para Daniel Deusdado, diretor de programas da RTP1, os profissionais que forem escolhidos terão de "representar a marca [da Eurovisão] do ponto vista internacional".

"All aboard" é o slogan do festival que se realiza pela primeira vez em Portugal. O design da Eurovisão vai ser inspirado no mar e na história portuguesa.

"Estamos preparados e é uma grande oportunidade para Portugal, para o setor da música e para a RTP", sublinhou Gonçalo Reis, à RTP3. "A Eurovisão é a Web Summit da música. É um grande evento internacional e que muitos países querem organizar", frisou o presidente executivo da Rádio e Televisão de Portugal (RTP).

"Estamos a tentar fazer o que o Salvador Sobral fez no ano passado", disse ainda o presidente da RTP, sublinhando que será um festival que vai apostar na simplicidade. "Vai ser a Eurovisão mais económica dos últimos 10 anos e talvez uma das mais criativas de sempre", acrescentou.

Gonçalo Madaíl, da Direção de Programas da RTP, revelou ainda que são esperadas 42 delegações e mais de 30000 participantes na edição portuguesa da Eurovisão, sublinhando que será um "grande momento de afirmação" para Lisboa e para o país.

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