Artigo

«O que eu vejo na TV»: Lourenço Ortigão

O ator Lourenço Ortigão, de 24 anos, liga a televisão sobretudo para ver desporto. Novelas só vê por obrigação profissional...

Quais os seus programas de televisão preferidos?
Vejo muito desporto. Posso dizer que 90 por cento do tempo que passo em frente à televisão é a ver desporto. Além do futebol, vejo ténis e golfe.

Costuma acompanhar os telejornais e outros programas nacionais de informação?
Sim. Os restantes dez por cento que sobram são para ver informação.

Gosta de telenovelas?
Vejo, mas não conto como “ver televisão” porque acaba por ser por motivos profissionais, de modo a avaliar o meu trabalho e ver o que fazem os restantes atores.

Quem são os seus pivôs de notícias preferidos?
O José Alberto Carvalho.

E entrevistadores? Tem alguma preferência?
Gosto muito do Júlio Isidro.

Marcelo Rebelo de Sousa, José Sócrates, Marques Mendes, Santana Lopes. Qual destes comentadores políticos será o melhor?
Marcelo Rebelo de Sousa.

Quais os atores/atrizes, nacionais e estrangeiros/as, que mais gosta de ver na TV?
Christopher Walken. E também gostei muito de ver a Anne Hathaway no filme “Les Misérables”.

Se tivesse de eleger o/a melhor apresentador/a da TV portuguesa na área do entretenimento, quem escolheria?
Destaco a Iva Domingues, embora de uma maneira geral goste bastante de quase todos os apresentadores da TVI.

Se tivesse poderes para alterar uma coisa que fosse no funcionamento e oferta dos canais nacionais, por onde começaria?
Julgo que as novelas deveriam começar mais cedo. Penso que faria mais sentido os telejornais serem mais curtos e compactos. Faria como no Brasil. Um telejornal de 15 a 20 minutos com as notícias mais importantes, uma novela ou duas e, então, depois, uma edição de notícias internacionais.
A nível desportivo sei que é normal o futebol ocupar grande parte da programação desportiva porque os restantes desportos não movem tanto dinheiro, mas seria muito mais feliz se no meu país se conseguisse dar mais importância a outros desportos. Eu próprio fui desportista, cheguei a pertencer à seleção de golfe, e sofri com isso.

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