Artigo

«O que eu vejo na TV»: Sandra Celas

A atriz Sandra Celas adora séries e não perde uma produção de ficção portuguesa. Com a realidade é que atriz se dá menos bem, sobretudo com os comentadores políticos, que considera uma “profissão inútil”.

Quais os seus programas de televisão preferidos?
Gosto muito de ver séries na Fox, séries, séries e mais séries... Faço zapping em tudo o que é ficção portuguesa, porque gosto de saber o que se anda a fazer e de ver os meus colegas.

Quais os atores/atrizes, nacionais e estrangeiros/as, que mais gosta de ver na TV?
São tantos! Vou só dizer uma internacional: a Julianna Mergulies, da série “The Good Wife”, que acho absolutamente fantástica.

Reality shows como “Big Brother” e “A Casa dos Segredos” fazem parte dos seus hábitos de consumo televisivo?
Não vejo. Nem sequer posso criticar o género. Não apela à minha curiosidade nem ao meu interesse. Nenhum deles.

Costuma acompanhar os telejornais e outros programas nacionais de informação?
Muito pouco.

Marcelo Rebelo de Sousa, José Sócrates, Marques Mendes, Santana Lopes... Qual destes comentadores políticos será o melhor?
Por natureza não gosto de comentadores políticos e sinceramente não os ouço. Acho uma profissão um bocado inútil. Sou uma pessoa interessada em política mas gosto de fazer a minha própria análise ou recorrer a outras fontes para me manter informada.

O que é que o/a faz mudar de canal ou, mesmo, desligar a TV?
Precisamente os comentadores políticos. Quando eles começam a falar desligo logo a televisão ou mudo de canal.

Se tivesse de eleger o/a melhor apresentador/a da TV portuguesa na área do entretenimento, quem escolheria?
Acho que a Catarina Furtado é uma ótima apresentadora, assim como a Bárbara Guimarães e muitos outros. Felizmente temos ótimos apresentadores em Portugal.

Se tivesse poderes para alterar uma coisa que fosse no funcionamento e oferta dos canais nacionais, por onde começaria?
Fazia muito mais ficção portuguesa. Acho que as pessoas gostam e estão cada vez mais habituadas a melhor qualidade. Apostava mesmo nisso. Já estamos bem, mas acho que há muita coisa a fazer em Portugal nessa área e as pessoas estão sedentas disso.

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