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"Pesadelo na Cozinha": Ljubomir confessa que queria "espancar" dono do restaurante Tomate

O restaurante Tomate, em Espinho, foi o protagonista do último episódio de "Pesadelo na Cozinha".

No mais recente episódio do programa da TVI, emitido no passado domingo, Ljubomir Stanisic subiu até Espinho para conhecer o restaurante italiano Tomate, que já foi um sucesso nos anos 1980. Apesar do trabalho da equipa de "Pesadelo na Cozinha", o dono do estabelecimento não gostou do resultado final.

"Houve um gajo no Tomate [pizzaria em Espinho]. Teve sucesso nos anos 80, depois aquela merda faliu, pediu ajuda, fui lá, mas o gajo achava-se o maior do mundo. Andava todo vestido com Hugo Boss. Eu tenho patrocínio Hugo Boss e não visto tanto. Todo impecável, e os empregados a ganharem €400. Mudei o restaurante todo, foi o maior investimento. O programa não tinha dinheiro (o 100 Maneiras financiou grande parte, a produtora fez uma grande barraca), fui pedir à Vista Alegre, a todos os meus produtores e fornecedores, enchemos aquilo de coisas boas, decorámos, ficou lindo, terminámos e ele diz "eu não gosto disto", contou o chef do programa da TVI em entrevista à Sábado.

À revista, Ljubomir confessou que apenas o realizador o impediu de partir para a violência. "Passei-me, queria matá-lo, espancá-lo. O Manuel Amaro da Costa [realizador] não deixou. Então chamei o gajo e dei-lhe um abração… Devo ter-lhe partido uma costela, dei um soco no frigorífico para não bater nele a seguir, ele ficou ali sem ar, todo engasgado. Estava a tratar mal empregados, meu, era um gajo racista, má gente", contou.

Em conversa com o site NIT, Edmundo Gomes, dono do Tomate, comentou a situação. "Ao entrar, vi que havia determinados aspetos descurados. Vi que no exterior pintaram as grades que eu tinha aqui, etc, havia uma certa humidade numa caleira que fizeram, aí continua a estar e a pingar, e isso deu logo uma má imagem. Foi aí que eu disse: 'Se calhar não vou gostar'. Ele começou logo a berrar comigo", explicou, acrescentando que "melhor ou pior era mais uma decoração".

"Quando me deu um abraço, deve ter dado uma sapatada nas costas mas eu sempre pratiquei desporto, não é uma palmada nas costas que me vai por abaixo", advogou Edmundo Gomes à NIT.

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