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Revelado futuro de «Glee» sem Cory Monteith

A especulação sobre como a série iria seguir em frente depois da morte de Cory Monteith parece estar a chegar ao fim. O autor de «Glee», Ryan Murphy, disse ao Hollywood Reporter que o plano, pelo menos por agora, é fazer a «única coisa certa»: escrever a morte da personagem.

Apesar de ainda não ter sido tomada uma decisão final sobre o que fazer depois da trágica morte, Ryan Murphy explicou que o plano em cima da mesa é prestar tributo ao ator no terceiro episódio da nova temporada da série e, «definitivamente» não escolher outra pessoa para interpretar o papel de Finn Hudson, a personagem a quem dava corpo Monteith.

«A coisa certa para a série, pelo menos nesta altura, é fazer a personagem falecer. Quando fizermos o episódio de tributo à personagem dele, teremos de o fazer de forma a que os outros atores não tenham de sofrer novamente a dor do luto que têm vivido esta semana. Temos de o fazer de uma forma alegre», explicou o co-criador de «Glee» ao Hollywood Reporter.

Murphy acrescentou que não vão conversar mais sobre o episódio de tributo até depois do memorial planeado para esta semana já que «toda a equipa ainda está a tentar controlar as suas emoções».

A data de estreia nos Estados Unidos da quinta temporada de «Glee» sofreu um atraso de uma semana, estando agora agendada para 26 de setembro, já que a rodagem deveria ter começado esta semana e arrancará apenas no início de agosto.

Os dois primeiros episódios da temporada, que terão como mote um tributo aos Beatles, já estavam escritos e serão rodados já. Depois, Murphy confessa que quer fazer uma pausa para decidir o futuro do programa.

O criador de «Glee» terá também conversado com a namorada de Cory Monteith e também estrela da série Lea Michele sobre a possibilidade de ela poder não querer continuar no programa e, explica Murphy, ela terá «corajosamente» dito que «essa não é uma opção».

Cory Monteith foi encontrado sem vida num hotel em Vancouver, no Canadá, no passado dia 13 de julho. A morte foi provocada por uma overdose letal de heroína e álcool.

@Inês Gens Mendes

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