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"Arrow" – 03×01 – The Calm

AVISO SPOILERS

Arrow está de regresso! E com este regresso, as reviews também! Vou só começar por dizer que o episódio tem o titulo indicado. Não, a sério. The Calm (… before the storm, claro) é o nome ideal para o que se passou aqui!

Depois do Slade, depois de todo o drama que sofremos na ultima temporada, neste momento a Team Arrow está a passar por uma fase mais… calma. Ou assim parece! Já sabemos que o passatempo favorito do Kreisberg e do Guggenheim é brincar com as emoções dos espetadores, por isso é sempre duvidoso, claro!

Este episódio traz-nos um ‘remix’ de emoções muito interessante. Primeiro, a chegada de Roy como Arsenal (FINALMENTE!). Foi pena ter tido pouco impacto o aparecimento dele mas por outro lado, foi algo muito natural. A evolução natural dele ao lado da Team Arrow! Gostei do fato dele! Espero podermos ter mais episódio dedicados a ele, especialmente quando a Thea voltar com o Merlyn… Ui.

Sabíamos que nem tudo o que estava bem podia acabar bem. Vemos um Oliver mais descontraído, a sorrir mais, na primeira metade do episódio: até convida a Felicity para um encontro e tudo (!!!) e o meu ‘shipper heart’ adorou esse momento! As coisas até parecem estar a correr bem na primeira metade do episódio: a Team Arrow voltou a dedicar-se mais a ‘limpar’ Starling City, Oliver está com vontade de retomar para si a QC, Diggle vai ser pai… Mas claro que isto só durou um bocadinho não é?

E por falar no Diggle, sou só eu que acha que o Diggle é uma das personagens mais interessantes da série? Nunca falha ao seu próprio carácter e mantém-se leal e firme e disponível para continuar a ir em missões mesmo com a filha dele a nascer. Neste aspeto achei que o Oliver teve a melhor atitude, em mandá-lo para casa em segurança e para a sua família, apesar de o Diggle não ter percebido. E a criança é adorável tá?! Resta saber como vai evoluir a personagem dele esta temporada.

Isso e o rapazito que veio para levar a QC das mãos do Oliver. Brandon Routh! Acho que será um bom acrescento à série… E adorei a referência a ‘Star City’ com toda uma nova imagem para Starling. Ri-me um bocadinho só! E claro, Ray Palmer há-de vir para ficar, até porque The Atom. E mais não digo!

Ora mas falando de petty crimes, a Laurel parece estar dedicada cada vez mais em trazer a justiça para a cidade. Espero que ela nesta temporada deixe de parecer uma neurótica, porque não lhe fica bem e estraga a personagem. Eu gosto bastante da Laurel, mas não é nas cenas escusadas de neura. E espero que cada vez mais se veja a evolução dela pra Black Canary! Pelas piores razões… Enfim.

O final do episódio foi horrível. Sarah volta à cidade de passagem, não se sabe bem porquê – porque ela não explica – e dá uma ajudinha a Oliver numa cena de luta contra o criminoso do dia: The Vertigo. É, parece que a droga afinal ainda passeia em Starling. E parece que está para ficar. Mas voltando à Sarah: mais valia não ter voltado à cidade. A sério. Para morrer assim?! E morreu mesmo. Adeus Ta-Er-Al-Sahfer, adeus Caity Lotz! Admito que fiquei chocada e irritada.

Considerações do episódio, para o resto da temporada:

A luta interna de Oliver foi muito interessante. A droga do The Vertigo aparentemente tinha um reagente que mostrava o medo e o de Oliver é o de ele mesmo – como Oliver Queen. Parece que o moço já só sabe ser o The Arrow… A ver vamos!
Quero ver mais Suicide Squad. O que não acho descabido com a Amanda a fazer parte fulcral desta temporada com as cenas de Hong Kong do Oliver.
Terá sido o Ra’s Al Ghul a matar a Sarah?! Por favor digam que sim! Aquela cena foi horrível, com a Laurel a segurar o corpo da Sarah todo ensanguentado…

Este episódio pareceu trazer alguma qualidade de volta – mais no final do episódio do que nos primeiros 15 minutos – daquela que gostávamos na série (adorei o ‘tidbid’ do Oliver de novo… “You have failed this city.”). Espero que não se perca, até porque como eu acredito que todos vocês estão com vontade de ver crescer este universo da DC!

Nota: 8/10

Joana Pereira.

Artigo do parceiro

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