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Crítica: DIG

Um agente do FBI (Jason Isaacs) estacionado em Jerusalém investiga a morte de uma jovem arqueóloga e depara-se com uma conspiração religiosa que pretende acabar com o mundo através de artefactos e crenças milenares.

"DIG", criada pelos argumentistas Tim Kring ("Heroes") e Gideon Raff ("Segurança Nacional"), é uma série-evento de dez episódios que mescla uma conspiração internacional com a religião e o mistério numa trama com múltiplas personagens em diferentes cenários espalhados por três continentes.

A história separa o trigo do joio no primeiro episódio. Fãs de filmes como "O Código Da Vinci" ou séries como "Lost – Perdidos" e "Touch" vão apreciar o enigma que se esconde nesta série num mundo que está plenamente interconectado.

Tim Kring e Gideon Raff, que partilham o mesmo agente, conjugaram esforços para criar e desenvolver uma série de raiz sobre um mistério em Jerusalém (cidade natal de Gideon Raff) em torno das escavações arqueológicas e profecias religiosas de pessoas que não têm preço em nome da religião.

Um elenco all-star com nomes como Jason Isaacs (a primeira escolha da produção), Anne Heche e David Costabile, que são um ótimo cartão de visita para a trama.

A série foi filmada em Jerusalém, Novo México e Croácia, notando-se perfeitamente, no trabalho de fotografia de cada episódio, as diferenças e o envolvimento de cenários e ambientes que rodeiam os personagens, sobretudo no peso histórico da cidade milenar de Jerusalém.

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