"Sou inocente": Terry Gilliam festejou nas redes sociais e proclamou um novo falhanço das notícias falsas o episódio dos alegados danos que teriam sido provocados no Convento de Cristo, em Tomar, durante as filmagens de "O Homem que Matou D. Quixote".

O realizador fazia ainda a ligação para a notícia do "The Hollywood Reporter" que dava conta das conclusões do inquérito das autoridades portuguesas, que afirma que as situações descritas na reportagem da RTP de 2 de julho sobre uma alegada "destruição parcial" do monumento, considerado Património da Humanidade pela Unesco, "carecem de rigor e revelam desconhecimento científico, levando ao empolamento e à adulteração de factos”.

“’Não foi ateada uma fogueira com cerca de 20 metros de altura’ e ‘as paredes supostamente enegrecidas pelo fumo são o resultado da presença de agentes biológicos sobre as pedras calcárias’, que já tinham sido identificados ‘há uma década pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil’", conclui o inquérito, entregue à Assembleia da República na segunda-feira, e que a DGPC abriu "a 5 de junho e concluiu no passado dia 26”.

No comunicado lê-se ainda que “’o valor de 2.900 euros apresentado pela empresa de restauro’ CaC03, que avaliou os danos após as filmagens, é também uma prova de que os estragos constatados e assumidos pela produtora Ukbar Filmes ‘não são significativos’: quebra de quatro fragmentos pétreos e de seis telhas”.

No mesmo texto a DGPC afirma que, sobre as alegadas irregularidades no funcionamento da bilheteira do Convento de Cristo, “a Unidade de Auditoria Interna da DGPC vai realizar uma auditoria à gestão da receita própria dos três monumentos Património da Humanidade localizados na região centro do país (Convento de Cristo, Mosteiro de Alcobaça e Mosteiro da Batalha), com conclusão prevista para 31 de outubro próximo”.

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