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As Mil e Uma Noites - vol. 2 - O Desolado

As Mil e Uma Noites - vol. 2 - O Desolado

As Mil e Uma Noites - vol. 2 - O Desolado

As Mil e Uma Noites - vol. 2 - O Desolado

Em Portugal – um país Europeu em crise, um realizador propõe-se a construir ficções a partir da miserável realidade onde está inserido. Mas incapaz de descobrir um sentido para o seu trabalho, foge cobardemente, dando o seu lugar à bela Xerazade. Ela precisará de ânimo e coragem para não aborrecer o Rei com as tristes histórias desse país! Com o passar das noites, a inquietude dá lugar à desolação e a desolação ao encantamento. Por isso Xerazade organiza as histórias que conta ao Rei em três volumes. Este o segundo.

Xerazade narra como a desolação invadiu os homens: "Oh venturoso Rei, fui sabedora de que uma juíza aflita chorará em lugar de ditar a sua sentença, numa noite de três luares. Um assassino em fuga vagueará pelas terras do interior durante mais de quarenta dias e teletransportar-se-à para fugir à Guarda, sonhando com putas e perdizes. Lembrando-se de uma oliveira milenar, uma vaca ferida dirá o que tiver a dizer e que é bem triste! Moradores de um prédio dos subúrbios salvarão papagaios e mijarão em elevadores, rodeados por mortos e fantasmas; mas também por um cão que… ". E vendo despontar a manhã, Xerazade calou-se. - "Diabo de histórias! É certo que continuando assim minha filha acabará degolada!" - pensa assim o Grão-Vizir, pai de Xerazade, no seu palácio em Bagdad.

Realização

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