O Barão, inspirado na obra de Branquinho da Fonseca, é um remake neuro-gótico dum filme fantasma, realizado durante a II Guerra Mundial.
A história de um vampiro marialva que aterrorizava os habitantes duma região montanhosa. O Barão é um camaleão emocional. Ora se apresenta dócil, ou irascível, um homem-javali, "uma pura besta". Vive um amor aprisionado, dentro e fora de si. Um amor inatingível. Um ideal corrompido. Idalina, criada aristocrata paira pelo castelo...
Se já há o Rock in Rio Lisboa, vai passar a haver também o Rock no Rio Coimbra, que arranca hoje e levará o cinema até à Praia Fluvial de Torres do Mondego durante os primeiros fins-de-semana do mês até setembro.
Com quatro prémios cada, os filmes "Sangue do meu sangue", de João Canijo, e "O Barão", de Edgar Pêra, foram os grandes distinguidos do festival Caminhos do Cinema Português, que termina hoje em Coimbra.
O cartaz refere um «remake do filme proibido pela ditadura fascista» e a fita assume o cruzamento da política com a história do cinema. «O Barão» estreia hoje e o SAPO falou com o realizador Edgar Pêra e o ator Nuno Melo na antestreia do filme.
Um vampiro marialva aterroriza regiões montanhosas num Portugal esquecido numa personificação de uma opressão de outros tempos. É esta a premissa de «O Barão», o filme de Edgar Pêra que é a nossa estreia da semana.
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