Adaptação de Manoel de Oliveira do conto homónimo de Eça de Queirós.
Numa viagem de comboio para o Algarve, Macário conta as atribulações da sua vida amorosa a uma desconhecida senhora: Mal entra para o seu primeiro emprego, um lugar de contabilista no armazém em Lisboa do seu tio Francisco, apaixona-se perdidamente pela rapariga loira que vive na casa do outro lado da rua, Luísa Vilaça. Conhece-a e quer de imediato casar com ela. O tio discorda, despede-o e expulsa-o de casa. Macário consegue enriquecer em Cabo-Verde e quando já tem a aprovação do tio para finalmente casar com a sua amada, descobre então a "singularidade" do carácter da noiva.
De títulos mais antigos como "Aniki Bobó" ao candidato aos Óscares "Cartas da Guerra", muitos filmes vão ser exibidos a partir de domingo em Pequim e em Changsha, no âmbito da Festa do Cinema Português na China.
A Academia Portuguesa de Cinema vai homenagear a atriz que completa 74 anos de carreira e o ator e encenador que participou em 19 filmes de Manoel de Oliveira.
Pelo quarto ano consecutivo, a revista de cinema «Cahiers du Cinema» coloca um filme português no seu top 10 do ano, «O Estranho Caso de Angélica». O SAPO lista as muitas obras nacionais que já figuraram no passado nessa tão prestigiada lista.
A Associação de Estudantes Lusófonos em Newark e o Consulado Geral de Portugal realizam em Abril um ciclo de cinema lusófono na comunidade, com obras de Manoel de Oliveira, Sérgio Trefaut e do jovem realizador local Yuri Alves.
O realizador português Manoel de Oliveira é ainda dos principais realizadores europeus menos conhecidos pelo público norte-americano, afirma o director do arquivo de cinema da Universidade de Harvard.