O grupo de Bristol, marcado pelo improviso e pela sonoridade do krautrock, foi criado por Billy Fuller (baixo), Matt Williams (guitarra e teclados) e Geoff Barrow (bateria, teclados), músico que é conhecido sobretudo por pertencer aos Portishead.

Em Lisboa deverão apresentar temas dos dois álbuns que editaram, "Beak>" (2009) e ">>", lançado este ano.

O fim-de-semana da nova temporada será dedicado à família e ao público infantil, com espetáculos e oficinas em vários espaços do teatro municipal, como "Daqui vê-se melhor", de Isabel Minhós Martins, Bernardo Carvalho e Suzana Branco, e "Malandruska", de Leonor Pego e Mariana Sanchez.

Na apresentação da temporada, em junho passado, o diretor artístico, Mark Deputter, sublinhou que a estratégia é "trabalhar com a criação contemporânea, apoiar e produzir artistas de Lisboa".

"Outra parte do nosso trabalho tem a ver com o trabalho em rede e que procura parceiros para fazer a programação internacional", referiu.

Um dos destaques será o "House on Fire", um projeto internacional financiado em cinco milhões de euros pela Comissão Europeia e que é liderado pelo Teatro Maria Matos, numa rede de dez cidades europeias.

Da programação, Mark Deputter destacou a adaptação da última ópera de Giacomo Meyerbeer, "A Africana", a apresentar em dezembro, produzida com a Fundação Calouste Gulbenkian, pela companhia Cão Solteiro e o artista plástico Vasco Araújo.

O coletivo belga tg Stan estará no teatro municipal em janeiro e fevereiro com dois espetáculos, com textos de Arthur Schnitzler e Maximo Gorki.

@SAPO/ Lusa

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