«Intolerância», de David W. Griffith,
«A Quimera de Ouro», de Charles Chaplin,
«Citizen Kane», de Orson Welles,
«O Padrinho», de Francis Ford Coppola, e o mais recente
«Avatar», de James Cameron. Filmes tão distintos mas com um ponto em comum: marcaram a história do cinema.

É sobre os cem anos de sétima arte que
Mário Augusto pretende reflectir no curso
«Cinema Falado – A arte de ver cinema», que arrancou nesta quinta-feira na Biblioteca de Serralves, no Porto.

O jornalista português mais familiarizado com os bastidores de Hollywood foi convidado pela Fundação de Serralves para conceber e orientar um curso de cinema. O resultado são seis sessões, que decorrem até 17 de Dezembro, onde se propõe uma aventura sobre a saga da sétima arte, com os holofotes apontados para o cinema norte-americano.

A viagem começa com os primórdios do cinema, passa pelo
boom de Hollywood enquanto «fábrica de sonhos» até chegar a uma fase de transição que o cinema vive actualmente com as novas tecnologias a revolucionar o mercado.

Pelo meio, Mário Augusto vai ter tempo para explicar aos «alunos» a passagem entre o cinema mudo e o sonoro, o período dourado de Hollywood e a reinvenção da indústria cinematográfica na década de 70. Além de conhecimentos, o jornalista pretende partilhar com o público o «prazer de ver cinema».

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