A 2.ª edição do Fusing, evento definido como um "super reboliço cultural", decorre de 14 a 16 de agosto, mantendo o conceito de aliar a música à arte, desporto e gastronomia.

"Temos consciência de que o festival ganhou algum espaço próprio. Foi criado a pensar numa segunda edição, mais consistente e que possa trazer ainda mais pessoas ao evento e à Figueira da Foz", disse à agência Lusa Carlos Martins, responsável de marketing do Fusing Culture Experience.

Adiantou que a data da segunda edição, hoje anunciada, estava já pensada após o encerramento do primeiro Fusing: "vamos apanhar o feriado de 15 de agosto (uma sexta-feira) e a mudança de quinzena", indicou Carlos Martins.

O festival passa de quatro para três dias (de quinta a sábado), uma "estratégia" que deixa de fora o domingo: "Queremos que domingo seja um dia de descanso, mas vamos ter três dias muito fortes, com atividades mais concentradas, menos dispersas", sustentou.

Para além da arte urbana que o Fusing deixou na paisagem da Figueira da Foz - um mural no Centro de Artes e Espetáculos, outro de azulejos na zona ribeirinha e intervenções em outros edifícios do centro da cidade - um dos participantes no festival, um jovem russo de 21 anos, Artemi Lopatin, especialista em sushi, veio para o evento e acabou por ficar na cidade.

"Pensámos que sendo o sushi já uma realidade gastronómica, tinha de estar representada no Fusing. O Artemi veio fazer um ‘workshop’, gostou e acabou por ficar, está cá a trabalhar na sua área [numa unidade hoteleira]. É uma situação engraçada e curiosa", frisou Carlos Martins.

@Lusa

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