Aos 32 anos,
André Szankowski, brasileiro residente em Portugal, tem um currículo invejável na direção de fotografia, que culmina no maior projeto da sua carreira até à data, o majestoso
«Mistérios de Lisboa», de
Raúl Ruiz, uma adaptação épica da obra de Camilo Castelo Branco que se tornou o filme português mais elogiado no estrangeiro dos últimos 20 anos.

Antes disso, e após passagem por Nova Iorque, Paris e Londres, Szankowski dirigiu mais de seis dezenas de videoclips (para nomes como os Amália Hoje, The Gift, Sara Tavares, Da Weasel, Paulo Gonzo e Lucia Moniz) e mais de seis centenas de spots publicitários.

Para o cinema já tinha assegurado a imagem de cerca de dez curtas-metragens, incluindo
«Crónica Feminina», de Gonçalo Luz, que chegou a ter estreia comercial, e fora o diretor de fotografia da maioria das curtas que compuseram a longa-metragem
«The Lovebirds», de
Bruno de Almeida.

Entretanto, na sequência do sucesso de «Mistérios de Lisboa», Szankowski preparava-se para se voltar a juntar a Raúl Ruiz no projeto de longa-metragem sobre as Guerras Napoleónicas
«As Linhas de Torres Vedras», mas o falecimento do cineasta chileno colocou o projeto em «stand by», pelo menos até ser assegurada a participação de um novo realizador, escolhido pelo próprio Ruiz antes de falecer.

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