O actor faleceu no passado Domingo, vítima de causas naturais.

Foi um ídolo nos anos 50 e criou burburinho sobre relações com algumas das estrelas da época, dos dois sexos.
Shelley Winters,
Leonard Bernstein e
Arthur Laurens terão cruzado a vida pessoal do actor.

Farley Granger nunca chegou a ser uma estrela de primeira linha, dizem, porque nunca se ter mostrado satisfeito com o sistema de Hollywood e, por isso, virou costas, dedicando-se a uma carreira mais virada para o teatro e a televisão.

Mas apesar de no seu currículo ter uma maior lista de participações nestes dois meios, foi no cinema, logo no início da sua carreira, que conseguiu os seus papéis mais célebres: como um assassino em
«A Corda» (1948) e como um suspeito de homicídio em
«O Desconhecido do Norte-Expresso» (1951). E
Alfred Hitchcock, o realizador destes dois filmes, também deixou marcas na vida do actor. Na sua autobiografia dizia que «ele conseguia fazer a lista telefónica parecer intrigante».

Em 1953, descontente com o contrato que o prendia à MGM, Granger pagou para se ver livre dele e seguiu para Nova Iorque na esperança de seguir carreira no teatro. Ali, apercebeu-se da dificuldade em alcançar sucesso e decidiu estudar representação. Foi depois disso que conseguiu vários trabalhos na Broadway.

Em programas como
«Kraft Television Theater» e
«Playhouse 90» conseguiu acesso à televisão e foi entre a televisão e o teatro que conseguiu filmar outro dos seus mais importantes trabalhos no cinema.

Em
«Sentimento» (1954), do italiano
Luchino Visconti, era um oficial austríaco, e foi esse mesmo papel que o actor elegeu como aquele que mais orgulhoso o deixou em toda a sua carreira cinematográfica.

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