Há 20 anos, Gwyneth Paltrow ganhou o Óscar de Melhor Atriz por "A Paixão de Shakespeare".

Cerca de 46 milhões de espectadores, só nos EUA (outros tempos) viram-na subir ao palco, num vestido rosa que se tornou "viral" muito antes do termo se vulgarizar, e fazer um discurso choroso que se tornou um clássico do evento.

A atriz nunca chegou a rever o momento, como revelou numa entrevista especial à publicação Variety sobre o legado da comédia romântica que mudou a sua vida e também os confrontos com o seu produtor, Harvey Weinstein.

Com o contrato Marvel a chegar ao fim com "Avengers: Endgame", que estreia em abril, também confirmou que já não lê argumentos ("acho que nenhum dos filmes pelos quais são conhecida seria feito hoje", admite) e se dedica a tempo inteiro à sua empresa de "lifestyle" Goop.

O afastamento do cinema também está a incluir as "obrigações" como votante dos Óscares.

Por altura da entrevista, após o anúncio das nomeações e antes do encerramento das votações esta terça-feira, Gwyneth Paltrow admitiu que apenas viu três dos oito nomeados para Melhor Filme: "Black Panther" e, juntamente com os filhos, "Assim Nasce Uma Estrela" e "Bohemian Rhapsody".

VEJA A LISTA COMPLETA DE NOMEADOS

Acrescentou que ainda queria ver nos cinemas "Roma", o filme Netflix de Alfonso Cuarón (com quem trabalhou em "Grandes Esperanças" também há 20 anos), que tem dez nomeações.

A atriz perguntou o que também estava nomeado e era "realmente bom", mas respondeu "What’s that?" [O que é isso] que lhe falaram em "A Favorita", também na corrida a dez estatuetas.

"É melhor começar a trabalhar. Normalmente, acabo por ver aqueles que é suposto. Mas aparentemente este ano estou um bocado para trás", desculpou-se.

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