Com o recente e esmagador sucesso da animação por computador a limitar em muito a produção de longas-metragens de desenho animado, e a levar a própria Disney a cancelar o seu mítico departamento de animação dita tradicional há cerca de cinco anos,
«A Princesa e o Sapo» leva às costas a responsabilidade de ressuscitar o estilo de animação que fez as glórias de
«Branca de Neve e os Sete Anões» e
«A Bela e o Monstro» aos olhares do grande público e aos cadernos de encargos dos dirigentes dos estúdios norte-americanos.

O filme marca três regressos para a Disney: ao desenho animado para cinema, ao musical estilo Broadway e ao filme de princesas. Só que desta vez a princesa, pela primeira vez, é negra.

A história decorre em New Orleans nos anos 20, durante a emergência do Jazz, quando um príncipe transformado em sapo por um feiticeiro especializado em vudu, fica convencido que uma jovem negra chamada Tiana é uma princesa e convence-a a beijá-lo para quebrar o feitiço. Quando tal acontece, ela transforma-se em sapo também e têm ambos de arranjar maneira de quebrar o enguiço, com muita música pelo caminho.

O filme será realizado por
John Musker e
Ron Clements, que realizaram os seminais
«A Pequena Sereia» e
«Aladdin», e a música é da autoria de
Randy Newman, que assinou a partitura dos primeiros filmes da Pixar, nomeadamente o díptico
«Toy Story» e
«Monsters Inc – Monstros e Companhia». Entre as vozes, encontram-se Anika Noni Rose, Oprah Winfrey, John Goodman e Terrence Howard.

O filme estreia nos EUA no início de Dezembro e em Portugal a 4 de Fevereiro.

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