A primeira nomeação ao Óscar de
Sandra Bullock por
«Um Sonho Possível» e um ano marcado por dois dos maiores sucessos de bilheteira da sua carreira (o mesmo
«Um Sonho Possível» e
«A Proposta») parece ter retirado a actriz em definitivo da categoria de «ex-rainha da comédia romântica em fase irremediavelmente decadente de carreira».

Após papéis de relevo em filmes sem grande consequência ou visibilidade, o primeiro sabor de verdadeiro sucesso chegou a Bullock como co-protagonista em duas fitas recheadas de acção:
«Homem Demolidor» (1993) e
«Speed – Perigo a Alta Velocidade» (1994). E logo em 1995, a actriz provou que o seu sorriso rasgado e encanto natural chegavam para protagonizar um filme e garantir um êxito de bilheteira, como comprovou o «thriller»
«A Rede» e, principalmente, a comédia romântica
«Enquanto Dormias», que cimentou a sua posição de «namoradinha da América».

Seguiu-se uma carreira de equilíbrio entre comédias com um grau variável de sucesso -
«Magia e Sedução» (1998),
«Forças da Natureza» (1999),
«Miss Detective» (2000),
«Amor sem Aviso» (2002) e
«A Proposta» (2009) – com filmes em que tentou registos diferentes, também com medidas diferentes de êxito, dos «thrillers»
«Tempo de Matar» (1996) e
«Crimes Calculados» (2002) ao drama sobre o alcoolismo
«28 Dias» (2000), passando pela opção de ter alguns papéis menores em filmes maiores como o oscarizado
«Colisão» (2004) e
«Infame» (2006). Pelo meio, não faltaram «flops» estrepitosos como
«Speed 2- Perigo a Bordo».

Com o Globo de Ouro conquistado por
«Um Sonho Possível» , a primeira nomeação ao Óscar pelo mesmo filme pode sinalizar um novo rumo na carreira de Bullock, que muito já consideram uma das mais prováveis vencedoras da noite.

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