Hoje, Aline Frazão, acompanhada pela sua banda, atua em Antuérpia, no clube De Roma. No sábado, canta no Union Scene, em Drammen, na Noruega.

No dia 16, a cantora vai estar na Alemanha, onde atua no Jahrhunderthalle, na cidade de Bochum, no Estado da Renânia do Norte-Vestfália, e no dia 19 vai voar até à Suíça, para subir ao palco do Moods, em Zurique.

No dia 22, a angolana regressa à Alemanha, para atuar no Unterfhart, em Munique, capital do Estado da Baviera. A 24, vai apresentar-se em Insbruckm, na Áustria, onde subirá ao palco do Tribhaus. No dia seguinte, atuará em Viena, no Konzerthaus.

Em abril, a cantora faz parte do cartaz do Festival de Jazz de Cully, na Suíça. Esta 32.ª edição do Festival, que decorre de 4 a 12 de abril, é dedicada à “heterogeneidade musical”, como anuncia a organização no seu site. Do cartaz, além de Aline Frazão, que atua no dia 5, fazem parte Leo Tardin, Valérie June, Olivia Pedroli, Vinx, Joe Bel e o Avishai Cohen Trio, entre outros.

Natural de Luanda, Aline Frazão estreou-se discograficamente em dezembro de 2011, com o álbum "Clave Bantu", uma edição independente constituída por 11 temas originais, que incluíam colaborações com os escritores angolanos José Eduardo Agualusa e Ondjaki.

"Movimento" é o segundo trabalho discográfico da intérprete, que conta com uma parceria com o poeta angolano Carlos Ferreira "Cassé", e incluiu ainda um poema de Alda Lara, musicado por Aline, que também assinou a produção musical do álbum.

Nesta digressão europeia, Aline Frazão é acompanhada por uma banda constituída por Marco Pombinho, em piano e guitarra rhodes, Francesco Valente, em baixo e contrabaixo, e Marcos Alves, em bateria e percussão.

@Lusa

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