Em entrevistaà NME, Geezer Butler explicou: “Originalmente, a editora queria que fizéssemos 13 canções, para que tivéssemos uma escolha. Chegámos às dez e pensámos ‘Ok, é isto, não vamos escrever mais’. Eles disseram ‘não, nós queremos 13’. Então decidimos ‘vamos dar ao álbum o nome de ‘13’, só para os chatear'… e acabámos por fazer 16 canções!”.

O facto de terem acabado por gravar 16 temas deu à banda, segundo Butler, uma oportunidade de mostrar a sua variedade: “A coisa boa é que agora temos muita luz e muita sombra. Quando tínhamos cerca de dez canções, eram todas ultra pesadas, todas as dez. E depois nós fizemos mais seis: há uma acústica, há umas blues, há um par de temas mais rápidos”.

O disco, que chegou ontem às lojas, é o primeiro álbum que Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler gravaram juntos desde “Never Say Die!”, de 1978. O registo foi gravado em Los Angeles com o produtor Rick Rubin e conta com a participação de Brad Wilk, dos Rage Against The Machine, que substituiu o baterista original, Bill Ward.

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