“O que eu digo sobre Portugal é que é um lugar lindo e cheio de alma. É algo que não se consegue descrever, mas sinto sempre que as pessoas são cheias de alma, a comida, o vinho, sinto-me bem quando cá estou”, afirmou aos jornalistas, na Casa da Música, o vencedor do Grammy para melhor disco de jazz vocal de 2014.

No sábado, às 22h00, na praça Guilhermina Suggia em Matosinhos, Porter vai tocar canções suas e de outros artistas como Nat Adderley, Oscar Brown Jr. e Leon Russell, tendo por trás a Sinfónica do Porto, conduzida por Pedro Neves, “uma orquestra linda”, que vai incluir estudantes da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE).

O cantor norte-americano - que no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, subiu ao palco acompanhado apenas pelos seus músicos - reconhece que prefere tocar com uma orquestra por se tratar de “uma onda de música”.

“A música pode ter mais impacto e força, de certa maneira, porque tens um bando de músicos no palco”, constatou o artista.

Porter esteve na Casa da Música em 2013, onde apresentou “Liquid Spirit”, o álbum que lhe viria a valer o Grammy no ano seguinte.

“O cantor norte-americano, que assume filiação artística em Nat King Cole, conquistou muito rapidamente uma dimensão internacional e canta as suas próprias composições, consideradas pela Downbeat como os prováveis ‘standards’ de jazz deste século”, escreve a Casa da Música.

Fonte da Câmara Municipal de Matosinhos disse que está a ser estudada uma alternativa para acolher o concerto em caso de mau tempo.

@Lusa

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