A Casa da Música refere, em comunicado, que a escolha de gravar a atuação da próxima semana ganha relevância devido ao facto de o último CD gravado ao vivo por Sokolov datar de 1995, ressalvando que foi lançado um DVD em concerto sete anos mais tarde.

Nascido na então Leninegrado, em 1950, Sokolov, que vai atuar no domingo na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e na terça-feira na Casa da Música, venceu o concurso Tchaikovsky, em Moscovo, com 16 anos, momento que deu início à sua reputação internacional.

A Gulbenkian recorda que o recital de domingo “completa uma série de cinco recitais em cinco temporadas consecutivas” por parte do pianista russo.

Em março de 2011, o também pianista James Rhodes assinou um artigo na revista britânica The Spectator em que classificava Sokolov como “o maior pianista vivo”, alguém que “consegue fazer com um piano o que devia ser categorizado como ‘humanamente impossível’”.

Num texto sobre o desconhecimento a que o pianista estava remetido nos EUA face à fama de que beneficia na Europa, o New York Times escrevia em 2008: “Aqui está um grande artista”.

O programa dos dois concertos de Grigory Sokolov inclui a última sonata para piano de Chopin e 10 Mazurcas do compositor polaco.

@Lusa

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