A estreia insere-se no Festival Grande Orquestra de Verão, que se iniciou no passado dia 14, devendo a peça constar de 17 dos 18 concertos previstos e será também interpretada por outras orquestras, nomeadamente a do Algarve, a Metropolitana de Lisboa e a Filarmonia das Beiras.

A única exceção nesta série de concertos organizada pela Secretaria de Estado da Cultura é o espetáculo de encerramento, no dia 30 de setembro, no Teatro Rivoli, no Porto, pela Banda Sinfónica da GNR.

O concerto da próxima quarta-feira, às 20:00, realiza-se no largo do bairro da Cova da Moura, na Amadora, e, além da Sinfonia de Victorino d’Almeida, o programa inclui a Sinfonia n.º40, de Mozart, e a peça “Tea for two”, de Shostakovich.

Referindo-se à Sinfonia n.º5, Victorino d’Almeida disse à Lusa que «tem uma duração de 25 minutos e há nela referências brasileiras».

Victorino d'Almeida estava a compôr a sinfonia para a estrear no Brasil, mas por razões contratuais deste Festival terminou-a para a apresentar nesta série de concertos.

«Tinha alguns materiais desempregados, que não tinha ainda usado, como aliás acontece com todos os compositores, e juntei com o que tinha já escrito e terminei a sinfonia», contou.

«É uma peça luso-brasileira», rematou Victorino d’Almeida que dirigirá todos os concertos deste Festival.

A Orquestra do Norte, com sede em Amarante, foi criada em 1992 e é seu maestro titular José Ferreira, desenvolvendo a sua atividade concertante maioritariamente na região a norte do rio Mondego.

De acordo com dados da orquestra, a média anual de espetadores cifra-se em 50.000 pessoas e tem editados 13 discos.

SAPO com Lusa

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