"O Tremor voltará em 2019, com novas possibilidades que, olhando os espaços e envolvendo as comunidades específicas dos Açores, proporcionem o encontro com a vertente humana, arquitetónica, natural e histórica da Ilha de São Miguel", realçou nota de imprensa hoje enviada pela organização do festival.

Na nota, é destacada a edição recente do certame, a quinta, a "maior" até ver, "com salas maiores, programação mais disseminada pela semana e maiores escolhas artísticas".

Este ano, o festival teve lotação esgotada: nomes internacionais como Boogarins, Mdou Moctar, Mykki Blanco ou The Mauskovic Dance Band, e figuras da música nacional como Três Tristes Tigres, Ermo, Dead Combo ou The Parkinsons foram alguns dos artistas que se deslocaram aos Açores nos últimos dias de março para atuações no Tremor.

Os palcos do festival espalharam-se por vários locais na ilha de São Miguel, nomeadamente na Galeria Fonseca Macedo, auditório Luís de Camões, Teatro Micaelense, Arco 8, Coliseu Micaelense e Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas.

Exposições, filmes e conversas estiveram também entre as atividades do certame, que este ano proporcionou ainda uma visita surpresa a alguns contemplados à ilha de Santa Maria, para um dia com diversas atividades e um concerto especial dos Boogarins.

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