Os Foo Fighters são a primeira confirmação para a edição de 2020 do Rock in Rio Lisboa. A banda liderada por Dave Grohl sobe ao Palco Mundo do Parque da Bela Vista, em Lisboa, no dia 21 de junho.

Em setembro deste ano, no segundo dia do Rock in Rio Brasil, os Foo Fighters foram os grandes protagonistas e o centro de todas as atenções. A banda de Dave Grohl partilhou toda a sua energia com as mais de 100 mil pessoas que passaram pela Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

Veja os pontos altos do concerto da banda no Rock in Rio Brasil, no Rio de Janeiro:

À hora marcada, o grupo de Seattle subiu ao Palco Mundo do festival carioca. Vestido totalmente de preto, Dave Grohl entrou a pés juntos no palco e fez com que duas horas e meia passem a voar. O arranque do concerto foi ao som de “All My Life”, “Pretender” e “Learn To fly”.

Depois de “Run” e de “Sky “,  serviram "Times Like These", garantido um dos momentos de maior comunhão com o público. O desfile certeiro de êxitos continuou com “Sunday Rain”, que se transformou na banda sonora perfeita quando começaram a cair alguns pingos de chuva (que não atrapalharam a festa).

“Senhoras e senhores, a última vez que tocámos no Rock in Rio Brasil foi há sete anos”, lembrou o vocalista, prometendo um alinhamento mais longo. “Há fãs ‘old school’? Eu adoro fãs ‘old school’. (...) Quantas pessoas viram os Foo Fighters antes? Quem nunca viu?”, questionou, prometendo uma viagem por todos os discos. E assim foi.

A energia contagiante dos Foo Fighters marcou todos os temas, servidos com entrega total e recebidos com igual entusiasmo pela multidão.

“My Hero", "Monkey Wrench" e "These Days" também não ficaram de fora do concerto e carimbaram alguns dos episódios mais celebrados da noite - o alinhamento não seria difícil de prever para quem espreitou os das últimas datas, com a banda a jogar todas as cartadas de forma certeira.

Na hora da apresentação do grupo, o baterista, Taylor Hawkins, surpreendeu a multidão com o refrão de “Love of my Life”, dos Queen, uma das canções que marcou a primeira edição do Rock in Rio Brasil, em 1985. O músico assumiu ainda o papel de vocalista para “Under Pressure” e o público alinhou-se e foi o coro perfeito.

Canção a canção, o público foi recebendo todos os êxitos com ondas de loucura. Os grupos de fãs cantaram a uma só voz, os amigos abraçaram-se e a festa foi repleta de adrenalina.

Na reta final do concerto, Dave Grohl lembrou que a banda não faz encores há vários anos. “Só paramos quando nos dizem para parar”, avisou. “Querem mais uma canção? Mais duas? Mais três?”, perguntou o músico, antes de caminhar até à “língua” do palco para recordar “Big Me”.

Antes do adeus, o vocalista convidou um fã para subir a palco: “Sabes tocar guitarra? Bateria? Cantar?”, perguntou. O jovem respondeu que não e aproveitou a oportunidade para pedir a sua namorada em casamento. E a reposta foi “sim”, pelo que se percebeu entre a euforia e o nervosismo.

"Best of You" foi o ponto alto da noite, com o público a responder com uma ovação com considerável eco - 100 mil pessoas a cantarem um tema, arrepia qualquer um. “Everlong" fechou o concerto onde Grohl provou mais uma vez ser um líder carismático que faz as delícias da multidão - é o cabeça de cartaz perfeito para qualquer festival.

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