Os membros do grupo Mamonas Assassinas morreram há 25 anos, no momento alto da sua carreira. A 2 de março de 1996, o avião onde seguiam os músicos chocou contra a erra da Cantareira, em São Paulo - a banda viajava num jato particular, depois de um espetáculo em Brasília.

Além dos músicos e da tripulação, morreu também no desastre um membro da equipa do grupo, Isaac Souto, que tratava do guarda-roupa. Os Mamomas Assassinas também ficaram conhecidos pela extravagância do seu visual.

"Humor infantil e debochado": esta foi a fórmula através da qual, segundo a crítica brasileira, os Mamonas Assassinas se transformaram no maior fenómeno discográfico do seu país na década de 1990.

Crianças da mais tenra idade à adolescência foram as principais responsáveis pelos 1,8 milhões de exemplares de "Mamonas Assassinas" - o seu único disco - vendidos entre o seu lançamento, em agosto de 1995, e a tragédia, em março de 1996.

"Jumento clandestino", "Uma arlinda mulher", "1406", "Chopis centis", "Robocop gay", "Vira-Vira", "Pelados em Santos", "Brasília amarelo" e "Lá Vem o Alemão", uma paródia ao samba de pagode "Lá Vem o Negão", foram alguns dos sucessos do grupo.

O fenómeno dos Mamonas foi "efémero e inesperado, até pelo teor das letras que cantavam", definiu o crítico Tarik de Souza, em 1996.

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