Piglia, que morreu na capital argentina por esclerose lateral amiotrófica, foi o autor de títulos importantes da literatura contemporânea, como "Respiração Artificial", "Crítica e Ficção", "Formas Breves" e "Dinheiro Queimado".

Nascido em Adrogué, na região de Buenos Aires, em 24 de novembro de 1941, Piglia foi leitor, crítico, editor, guionista, professor e estudioso da literatura argentina. As suas obras foram marcadas por uma relação entre a atualidade e o passado, com referências a autores de outras épocas.

Após ser diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, Piglia acelerou a produção da sua trilogia biográfica, "Diários de Emilio Renzi", nome do seu alter ego.

Os dois primeiros volumes foram editados na Argentina e nos países de língua hispânica entre 2015 e 2016: "Años de Formación" e "Los Años Felices". "Un Día en la Vida" deve ser lançado ainda este ano.

Licenciado em História na Universidade Nacional de La Plata, trabalhou em diversas editoras e morou muitos anos nos Estados Unidos, mas regressou a Buenos Aires para viver os seus últimos anos.

"Dinheiro Queimado", vencedor do Prémio Planeta 1997 e adaptado para o cinema em 2000, com realização de Marcelo Piñeyro, conquistou o Prémio Goya de Melhor Filme Estrangeiro em Língua Espanhola.

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