Álvaro Covões, responsável pela promotora do NOS Alive, criticou a atuação da Polícia de Segurança Pública (PSP) e do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), que levaram a cabo uma operação STOP junto ao recinto do festival para multar motoristas da Cabify e Uber.

"Este país às vezes parecem dois países (...) Nós fazemos um esforço titânico para pôr Portugal no mapa, trazemos cá 118 jornalistas estrangeiros e 22 mil estrangeiros, ajudamos a vender Portugal lá fora e se o IMT decidiu fazer uma ação destas nestes dias, eu devia dar os parabéns porque vamos no caminho certo”, frisou o responsável ao Observador.

"Eu sei que a lei tem de ser cumprida, mas é 365 dias por ano e não só durante um evento desta natureza. Vou ficar muito atento a ver se, durante a Web Summit, que é um evento apoiado pelo Governo, o IMT vai fazer o mesmo. Vou mesmo", acrescentou Álvaro Covões.

Na entrevista ao Observador, Covões revelou também qual o artista mais caro da edição de 2018 do NOS Alive.  “O artista mais caro é o ministro das Finanças, o Dr. Centeno (...) Artista no bom sentido. É o que recebe mais”, gracejou.

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