Serão cerca de 118 os filmes exibidos no
Queer Lisboa 14 – 14º Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa, que tem início hoje e decorre até 25 de Setembro, no Cinema São Jorge, em Lisboa. Uma vez mais, os EUA são o país mais representado, com um total de 30 fitas. Seguem-se a França e a Suiça, com de 12 títulos cada, tendo estes últimos direito a retrospectiva especial. Também a Espanha, Alemanha, Israel e Noruega estarão bem representados.

O filme de abertura do festival, organizado pela Associação Janela Indiscreta, é o brasileiro
«Do Começo ao Fim», de Aluizio Abranches, que antes da própria estreia no Brasil, em Novembro de 2009, já causara enorme polémica devido à história que relata: a da relação amorosa entre dois meios-irmãos.

Além das áreas competitivas para Melhor Longa-Metragem, Melhor Documentário e Melhor Curta-Metragem, o certame apresentará, entre outras, as secções
Queer Art: Performing Bodies, Performing Genders (com um total de três documentários e curadoria de Ricke Merighi),
Queer Art: Performance e Arte Vídeo (com um total de duas longas-metragens e 16 curtas, incluindo o novo filme do realizador canadiano
Bruce LaBruce, «L.A. Zombie: The Movie That Would Not Die»: a curadoria é de João Ferreira e Ricke Merighi) e
Queer Pop (com a exibição de um documentário, três programas de telediscos e curadoria de Nuno Galopim).

Destaque ainda para um sessão especial, no sábado à noite, dia 18 de Setembro, da longa-metragem
«Plein Sud – Going South», de Sébastien Lifshitz, que estará presente na sessão, um «road-movie» que comprova o seu autor como um dos mais valiosos nomes da sua geração em França.

Regressam também as
Noites Hard, de conteúdo mais explícito, com curadoria de Luís Assis, que integram um total de 22 curtas-metragens e uma longa-metragem.

Pode consultar a programação completa no
site oficial.