O espírito 'Carpe diem!', que levou milhões de espectadores às salas de cinema entre 1989 e 1990, está de volta com a chegada ao teatro de "Clube dos Poetas Mortos".

A estreia mundial da peça baseada no filme de Peter Weir aconteceu na quinta-feira em Nova Iorque, no circuito off Broadway.

A adaptação é de Thomas Schulman, o mesmo que escreveu o argumento que foi premiado com o Óscar sobre os alunos de um colégio interno em 1959 que se libertavam do mundo reprimido em que foram educados inspirados pela chegada de um novo professor de inglês, John Keating.

Através de métodos de ensino pouco convencionais, estes eram incentivados a desafiar o conformismo e revelar o verdadeiro talento e individualidade.

Esta mensagem e a presença de Robin Williams num dos papéis mais icónicos da sua carreira, também nomeado para os Óscares, contribuíram para que o impacto do filme ultrapassasse em muito o das receitas de bilheteira — inspirou muitos dos que o viram e mudanças no ensino. Em Portugal, levou turmas inteiras às salas de cinema, onde esteve mais de um ano em exibição.

Em Nova Iorque, são inevitáveis as comparações entre a peça e o clássico de 1989 que ajudou ainda a lançar as carreiras de Ethan Hawke, Robert Sean Leonard e Josh Charles.

Com o desafio de dar nova vida a John Keating, as críticas são muito favoráveis a Jason Sudeikis, a fazer a sua estreia nos palcos e reconhecido pela presença no elenco do programa de variedades "Saturday Nigh Live" entre 2005 e 2013 e no cinema por comédias como os dois "Chefes Intragáveis" e "Trip de Família".

A expectativa é que, tal como há 27 anos, a história volte a arrebatar as audiências e a peça chegue às salas da Broadway.

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