Completamente empenhado em interpretar Michael Morbius, o cientista com uma rara doença sanguínea cuja tentativa de se curar acaba por torná-lo num vampiro, Jared Leto chegava a usar as muletas e movia-se lentamente como a personagem quando precisava de se deslocar à casa de banho nas pausas da rodagem.

Como isto demorava tanto tempo, acabou por se chegar a um acordo: uma cadeira de rodas para alguém levá-lo e trazê-lo mais depressa.

Este rumor que circulava sobre o método intenso do ator para se manter na personagem durante a produção de "Morbius" foi confirmado pelo próprio realizador, o sueco de ascendência chilena Daniel Espinosa, numa entrevista ao Uproxx.

Mas este defendeu a postura do ator: "Acho que o que o Jared pensa, o que ele acredita, é que precisava de alguma forma da dor desses movimentos, mesmo quando está a interpretar o Michael Morbius normal, porque [a personagem] tem vivido sempre com essa dor. Mesmo assim, como ele está vivo e forte, tem de existir uma diferença. Enfim, são os processos das pessoas".

O realizador acrescentou que os colegas que não gostam de atores é que ficam "muito frustrados" com esta forma que descreve como "misteriosa" de trabalhar.

"Todos eles têm estas características. Se quisermos uma pessoa completamente normal que apenas faz as coisas que percebemos, então estamos no negócio errado. Porque o que é diferente é o que os faz funcionar", reforçou.

"Morbius" está em exibição nos cinemas portuguesas.

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