Ficou célebre a intenção de construir um muro na fronteira entre os EUA e o México avançada por Donald Trump, bem como a sua declaração sobre os imigrantes mexicanos serem "traficantes de droga", "criminosos" ou "violadores".

Os factos, pelo contrário, começam a sustentar outra coisa: os mexicanos estão a dominar os Óscares.

Na última cerimónia, "A Forma da Água" ganhou quatro estatuetas, incluindo Melhor Filme e Realização, a que se juntaram mais duas para "Coco", a carta de amor da Pixar ao México, como Melhor Filme de Animação e Canção.

Mas a tendência já vem de trás: entre o Óscar para Alfonso Cuarón por "Gravidade" e os dois de Alejandro Gonzalez Iñárritu por "Birdman" e "The Revenant", e agora o de Guillermo del Toro por "A Forma da Água", os mexicanos dominaram a categoria de Melhor Realização em quatro dos últimos cinco anos (o único a intrometer-se foi Damien Chazelle com "La La Land").

Quando um jornalista do El Pais recordou isto a Iñárritu, este respondeu: "Vamos construir um muro feito só de Óscares!"

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