Estas revelações foram feitas por Prince Jackson, durante o julgamento que opõe a sua família à AEG, que também contou que o seu pai queria mais tempo para ensaiar para os espetáculos na Arena O2, em Londres, e que tinha várias conversas tensas com o promotor, que frequentemente acabavam com o rei da Pop em lágrimas.

“Eles vão matar-me”, terá dito Michael Jackson a Prince, após uma das conversas telefónicas.

Prince também disse em tribunal que assistiu, na mansão alugada da família Jackson, dias antes de o seu pai morrer, a uma conversa acalorada entre Randy Phillips, CEO da AEG Live, e Conrad Murray, o médico que foi condenado por homicídio involuntário, por ter dado a Michael uma overdose dos sedativos Propofol. “O Phillips pareceu-me agressivo”, revelou.

No entanto, à porta do tribunal, o advogado da defesa da AEG, Marvin S. Putnam, desmentiu o testemunho de Prince Jackson, alegando que, quando o filho do rei da Pop for interrogado pela defesa, ficará claro que as coisas não aconteceram da forma que foram relatadas. “Ele era um rapaz de 12 anos de idade que teve que suportar esta grande tragédia”, referiu.

É expectável que o julgamento chegue ao fim no próximo mês de julho.

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