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A voz de Maria João, os teclados de João Farinha, o piano de Júlio Resende, a bateria de Joel Silva e a eletrónica de André Nascimento dão corpo e alma a um novo projeto musical português chamado Ogre.<

O grupo aposta numa sonoridade "invulgar", que combina o jazz com a música eletrónica nas suas várias vertentes (drum 'n' bass, dub, eletroacústica, entre outras), e recorre a um repertório "eclético" de composições originais e versões de temas jazz e pop/rock, adianta a promotora.
O quinteto tem vindo a desenvolver trabalho conjunto desde 2009 e está agora a promover o álbum de estreia "Electrodoméstico" (JACC Records), que vai ser dado a conhecer esta quarta-feira, 28 de novembro, pelas 22:00, no Ritz Club, em Lisboa. Os bilhetes custam dez euros.
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