O festival, que acontece durante a Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato (Portalegre), decorrerá de 28 a 31 de agosto, com um cartaz feito sobretudo de artistas portugueses, aos quais se juntam os ingleses Skunk Anansie, repetentes em Portugal, mas uma estreia no Crato.

No primeiro dia, o destaque irá para a atuação dos Azeitonas, a banda pop rock do Porto, da qual faz parte Miguel Araújo, e que editará no verão um novo álbum de originais, e para Carlos do Carmo, num dos concertos de celebração de 50 anos de carreira, ao lado da Orquestra Sinfonietta de Lisboa.

A 29 de agosto, a noite será dominada pelo músico Richie Campbell, um dos atuais nomes portugueses do reggae, que editou no final do ano passado o álbum "Focused", e pelos Melech Mechaya, praticantes da música klezmer, que deverão focar-se em "Aqui em baixo tudo é simples", lançado este ano.

No dia 30, atuarão a cantora Aurea e os GNR, que se farão acompanhar do fadista Camané, da cantora Márcia e de Mitó Mendes, vocalista de A Naifa.

O fecho do Festival do Crato ficará por conta dos Skunk Anansie que atuaram em novembro passado em Portugal, no arranque de uma nova digressão europeia, com o álbum "Black Traffic". Desde que decidiram reunir-se novamente em 2009, depois de oito anos de hiato, este "Black Traffic" é o segundo álbum do quarteto britânico.

Antes dos Skunk Anansie, atuarão os portugueses Diabo na Cruz - rock inspirado na tradição popular portuguesa -, liderados por Jorge Cruz, vocalista e compositor.

Desde 2010, passaram pelo Festival do Crato artistas como Buraka Som Sistema, Deolinda, Expensive Soul, Mariza, Sétima Legião, Pedro Abrunhosa, Gabriel o Pensador e UB40.

Em 2012, assistiram ao festival cerca de 46 mil pessoas.

@Lusa

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