O espetáculo parte de uma “pesquisa histórica, antropológica e vivencial que incorpora a contemporaneidade do território”, refere o Teatro Meridional sobre o espetáculo que viajou pelo Minho, em novembro e dezembro últimos, que integra o projeto que esta companhia com sede na Rua do Açúcar, em Lisboa, desenvolve desde 2003.

Com “Ca_Minho” foi dado mais um passo no projeto Províncias do Teatro Meridional, que deu origem aos espetáculos “Para Além do Tejo” (2003-04), “Por Detrás dos Montes” (2006) e “Por causa da muralha, nem sempre se consegue ver a Lua” (2012).

Na base do projeto está, segundo o Teatro Meridional, a procura de um trabalho de exploração da linguagem essencialmente gestual, tornando a dramaturgia movimento e intenção dos corpos, com vista a dar expressividade a um universo que identifique a região na sua construção humana.

As Comédias do Minho são um projeto cultural criado, em 2003, por cinco municípios do Alto Minho.

Com encenação e desenho de luz de Miguel Seabra, a peça tem dramaturgia de Natália Luiza a partir de um conto minhoto de Marlene Castro.

Interpretam Emanuel Arada, Joana Magalhães, Luís Filipe Silva, Pedro Diogo e Rosinda Costa.

O espaço cénico, figurinos, máscaras e adereços são de Stéphane Alberto, enquanto a música original e o espaço sonoro são de Rui Rebelo.

No Teatro Meridional, a peça está em cena até 2 de fevereiro, com espetáculos de quarta-feira a sábado, às 21:30, e, aos domingos, às 16:00.

Da temporada realizada nas Comédias do Minho, "Ca_Minho" esteve em cena em três espaços do concelho de Monção e em quatro do concelho de Vila Nova de Cerveira, tal como nos de Paredes de Coura e Melgaço.

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