Mais de cem mil pessoas visitaram a exposição temporária "Vestida de branco", em Fátima, apesar de ter estado encerrada três meses devido à pandemia de COVID-19, anunciou hoje o santuário.

A exposição, que termina hoje, celebrou o centenário da primeira escultura de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, que se venera na Capelinha das Aparições.

"A mostra, que reúne as mais belas imagens da virgem Maria, numa reflexão sobre a relação entre a arte e a devoção, registou 101.702 visitas, embora tenha estado encerrada durante três dos 11 meses previstos para a sua exibição", refere o Santuário de Fátima, em comunicado enviado à agência Lusa.

Das exposições que o museu do santuário promoveu, "Vestida de Branco" foi "a que mais interesse gerou por parte dos peregrinos de Fátima e também por parte da comunidade científica", disse o seu comissário, Marco Daniel Duarte.

Segundo o também diretor do museu, o objetivo foi "evidenciar, a partir das melhores obras de arte mariana, as diferentes formas de representar a virgem Maria, sublinhando a nova iconografia que surgiu, em 1920, com a imagem que se venera na Capelinha das Aparições”.

O título da exposição teve origem na "descrição de Nossa Senhora feita por Lúcia de Jesus ao padre Manuel Nunes Formigão e padre Manuel Marques dos Santos, a 8 de julho de 1924", quando "a vidente, à pergunta sobre 'como estava vestida a senhora', responde que 'estava vestida de branco'", explica o santuário.

"É a partir deste interrogatório e da ideia de ícone à escala mundial em que a primeira escultura de nossa Senhora de Fátima se tornou, que abre o preâmbulo da exposição e que derivam os restantes sete núcleos que a compõem", acrescenta.

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