Rui Veloso, que celebra 63 anos esta quinta-feira, lançou há exatamente 30 anos "Mingos & Os Samurais", o seu quinto álbum de estúdio. Do disco saíram dois dos maiores sucessos do cantor - "Não há Estrelas no Céu" e "A Paixão (segundo Nicolau da Viola)", que continuam a fazer parte da banda sonora de muitas histórias.

O duplo álbum "Mingos & Os Samurais" saiu no verão de 1990 e é a realização de um sonho antigo da dupla Rui Veloso/Carlos Tê e a materialização de um disco que começou a desenhar-se no início da década de 1980.

O êxito foi estrondoso: disco de platina no dia de edição, e em pouco mais de quatro meses, chega às sete platinas. Além disso, "Mingos & os Samurais" ocupou o primeiro lugar do top durante 24 semanas. Os temas "Não há Estrelas no Céu" e "A Paixão (segundo Nicolau da Viola)" são os maiores êxitos desse ano.

Considerado por muitos com um dos discos mais importantes da história do rock português, "Mingos & Os Samurais" aborda as dificuldades da adolescência, temas ligados à política ou a crítica à globalização do rock, entre outros.

Em entrevista à Lusa, em 2013, Carlos Tê contou que imaginou "Mingos e Os Samurais" como "se fosse um filme que gostaria de ter feito na altura, como 'Peggy Sue Casou-se' ou 'O Caçador'".

Além de "Não há Estrelas no Céu" e "A Paixão (segundo Nicolau da Viola)", "O Prometido É Devido", "Baile da Paróquia" e "Um Trolha D'Areosa" também foram outros dos sucessos do álbum que marcou os anos 1990.

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