“O que nós pretendemos é criar condições para que os artistas, sejam eles nacionais sejam eles internacionais, se ancorem no Porto e possam descobrir o que cidade tem para oferecer no âmbito de programas de residência”, disse o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, em conferência de imprensa no Maus Hábitos.

Os espaços existentes na plataforma são oito, mas podem vir a aumentar: Casa Oficina António Carneiro, De Liceiras 18, Mala Voadora, Maus Hábitos, Mira, Museu Nacional da Imprensa, Sonoscopia e o Teatro Municipal do Porto.

De acordo com o adjunto do presidente Guilherme Blanc, o projeto “sistematiza aquilo que a cidade tem para oferecer a este nível” e prepara o lançamento, em 2017, das bolsas InResidencePorto, que podem variar entre quatro, cinco ou seis mil euros, consoante a origem do artista seja nacional, europeia ou de fora da Europa.

Nesses valores vão estar incluídas as despesas de deslocação, de estadia e de produção.

“O número de bolsas vai depender do número de espaços. Estamos disponíveis para trabalhar de forma articulada com todos os espaços que consigamos detetar que tenham condições para desenvolver projetos de residência em estadia”, disse Blanc, que realçou que “o objetivo é que se consiga criar um contrato de coprodução anual por espaço”.

Rui Moreira salientou que se o projeto “correr bem, terá um fator de maximização”, o que vai depender muito da capacidade dos envolvidos de “transformar isto num território mais fértil”.

O presidente da Câmara Municipal do Porto ressalvou que caso os resultados sejam favoráveis há a possibilidade de reforçar o orçamento.

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